ESSA PESQUISA ROUBADA QUE NÃO DESEJO A NINGUÉM A NÃO SER A MIM MESMO, AMÉM
Resumo
O presente ensaio é parte da seguinte crença: não pesquisamos se não roubando. Não escrevemos e não pensamos se não descolando, arrancando e confundindo pedaços, fazendo dos velhos pontos inéditas pontes de vista. Nesse sentido, o feltro de ideias, sons e imagens aqui encarnadas, não faz mais que deixar vestígios de certo ar impuro de pesquisa, que insiste em tomar o ontem como hoje e o dele como nosso. Pensar é criar e criar é pensar de maneira impura, de modo que a pesquisa não se constitui a não ser enquanto um exercício polifônico, ela própria o testemunho de uma indissociabilidade entre o contágio, o pensamento e a criação.
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Linha Mestra - Associação de Leitura do Brasil (ALB)
e-ISSN: 1980-9026
DOI: https://doi.org/10.34112/1980-9026